Páginas

13 de novembro de 2019

Região Norte Fluminense no Conselho Nacional de Recursos Hídricos

A ONG Ecoanzol ganha posição no Conselho Nacional de Recursos Hídricos


A ONG Ecoanzol, atuante na região Norte Fluminense desde 2005, conquistou em 2019 vaga no Conselho Nacional de Recursos Hídricos, o mais importante colegiado no tema do país. O CNRH é a entidade deliberativa e normativa associada aos recursos hídricos no país, definindo parâmetros de uso e gestão desse recursos no Brasil.

A Ecoanzol assumiu a posição de segundo suplente no setor Organizações da Sociedade Civil, segmento das Organizações Não-Governamentais. A titularidade da cadeira é ocupada pelo Consórcio Intermunicipal das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí – Consórcio PCJ, com  primeira suplência para o Fórum Nacional da Sociedade Civil na gestão de acias hidrográficas - FONASC-CBH.

A Ecoanzol participa também do plenário do Comitê para a Integração da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul - Ceivap, e do Comitê de bacia hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana - CBH BPSI (Região Hidrográfica IX Fluminense), além do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Carapebus/RJ, local onde a ONG desenvolve o projeto de Pagamento por Serviços Ambientais "Olhoa d'Água".

Veja também
CNRH define integrantes do setor de usuários e da sociedade civil


Ações Ambientais

Neste ano de 2019 a ONG concluiu com sucesso o I Circuito Ecoanzol de Pesca de Praia, com sedes (4) em Quissamã/RJ - Praia de João Francisco (Janeiro); Campos dos Goytacazes/RJ - Praia de Farol de São Thomé (Fevereiro), Macaé/RJ - Praia dos Cavaleiros (Abril) e São João da Barra/RJ - Praia de Atafona (Junho). Paralelo ao circuito foram desenvolvidas ações de educação ambiental pelo projeto Pegadas na Restinga, piloto da Ecoanzol realizado em parceria com o Grupo de Escoteiros do Mar de São João da Barra - 129º GEMAR.

A Ecoanzol desenvolve também a fase final do projeto de PSA "Olhos d'Água", segundo plano de trabalho aprovado junto aos financiadores: Ceivap e CBH BPSI. Contando com o forte trabalho socioambiental já desenvolvido, o projeto buscará em 2020 novos apoios financeiros para o início de nova fase com vistas a manutenção participativa das ações alinhadas ao programa de Desenvolvimento Territorial Sustentável da ONG. A visão concebida é de trabalho continuado, somando a preservação ambiental ações de educação ambiental e desenvolvimento sustentável nos seus três pilares: social, econômico e ambiental, com a inclusão da vertente cultural.

Para maiores informações http://www.ecoanzol.org.br/

--