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21 março 2016

Instituto Estadual do Ambiente (INEA) - Rio de Janeiro

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O Governo do Estado do Rio de Janeiro criou através da Lei nº 5.101, de 04 de outubro de 2007, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), submetido a regime autárquico especial e vinculado à Secretaria de Estado do Ambiente, com a função de executar as políticas estaduais do meio ambiente, de recursos hídricos e de recursos florestais adotadas pelos Poderes Executivo e Legislativo do Estado.

O Inea foi instalado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, em 12 de Janeiro de 2009, através do Decreto nº 41.628, a partir da fusão de três órgãos: Feema (Fundação Estadual de Engenharia de Meio Ambiente), Serla (Superintendência Estadual de Rios e Lagoas) e IEF (Instituto Estadual de Florestas). O órgão tem sede própria, situada na Avenida Venezuela, 110, Praça Mauá, Centro do Rio, onde também está instalada a SEA (Secretaria de Estado do Ambiente), o que permite uma atuação integrada da secretaria responsável pela formulação da política ambiental e o seu principal órgão executivo.

O Inea intensificou a sua atuação descentralizada através de nove Superintendências Regionais correspondentes às regiões hidrográficas do Estado, integrando assim a gestão ambiental e a de recursos hídricos. As Superintendências regionais tem autonomia, inclusive, para expedir licenças ambientais para atividades de pequeno e médio potencial poluidor.

O grande desafio do Inea é integrar a política ambiental do Estado e atender às demandas da sociedade nas questões ambientais, oferecendo agilidade no atendimento, mecanismos de controle, acompanhamento e participação, com quadro funcional qualificado e valorizado, credibilidade e atuação descentralizada.

O INEA integra o Sistema Estadual do Meio Ambiente - SISEMA-RJ.

Missão

O Inea surge com a missão de proteger, conservar e recuperar o patrimônio ambiental do Estado do Rio de Janeiro para promover a agenda do desenvolvimento sustentável, sendo um orgão gestor ambiental de referência, exercendo um papel estratégico no desenvolvimento do Estado.

Visão

Ser um órgão gestor ambiental de referência, exercendo um papel estratégico na agenda de desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, com quadro funcional qualificado e valorizado, credibilidade e atuação descentralizada.

Fonte: http://www.inea.rj.gov.br/


Sejamos soberanos no conhecimento de nosso ambiente!

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13 março 2016

Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais - ProUC - RJ

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Monumento Natural Serra das Flecheiras
em Santo Antônio de Pádua
por Deyvisson Bastos Silva

O Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais (ProUC). da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro orienta cidades a implantar áreas de preservação de remanescentes de Mata Atlântica em várias regiões do Estado do Rio de Janeiro

A Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos do país, foi durante anos duramente devastado e hoje encontra-se muito fragmentado. No Estado do Rio de Janeiro, os maiores e mais expressivos remanescentes desse rico bioma se encontram protegidos em Unidades de Conservação (UCs) federais e estaduais. 

Os fragmentos de médio e pequeno pote são extremamente importantes para a conservação dos processos ecológicos, manutenção dos recursos hídricos e a funcionalidade da paisagem em todo território municipal. Além disso, esses fragmentos ainda abrigam exemplares da fauna e flora endêmica e/ou ameaçada de extinção. Para este a criação de UCs municipais é estratégica fundamental de conservação de sua biodiversidade, em especial pela oportunidades da formação de corredores de biodiversidade no estado do Rio de Janeiro.

Considerando as dificuldade encontradas pelos municípios, visando apoiar a gestão ambiental municipal e orientar estrategicamente a proteção da biodiversidade, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), instituiu, por meio da resolução nº 130 de 28 de outubro de 2009, o Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais (ProUC). Conduzido pela Superintendência de Biodiversidade e Florestas (SBF), o ProUC tem o objetivo de incrementar o tamanho e a qualidade das áreas destinadas à conservação da biodiversidade no Estado do Rio de Janeiro, por meio do desenvolvimento e aplicação de mecanismos de apoio à criação (estudos técnicos, delimitação, consulta e audiência pública), e gestão (elaboração e implantação do plano de manejo e criação do Conselho gestor) de unidades de conservação municipais.

Em geral os municípios menores possuem deficiências como a falta de equipe técnica, ou falta de experiência ou orientação para criação de UCs e ausência de recursos para a realização de estudos técnicos precedentes à criação de UCs, o ProUC vem a suprir essas deficiências.

Apoio aos municípios

Atualmente o ProUC tem apoiado 34 municípios, nas mais diversas atividades. 
1) Categorização da unidade;
2) Orientação nos passo da criação da UC;
3) Apoio a gestão;
4) Definição de limites;
5) Auxílio na elaboração dos estudos técnicos;
6) Adequação de informações para inserção de UCs no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação;
7) Apoio na implementação;
8) Apoio na elaboração do Plano de Manejo
9) Orientação na formação do Conselho Gestor da unidade, dentre outras ações.

Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica

A partir de 2013, além de atender às demandas espontâneas, o ProUC incluiu em seu Plano de Ação, também como prioridade, a realização dos Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica, contribuindo para a identificação de áreas frágeis e ricas em biodiversidade e que devem ser transformadas em unidades de conservação municipais.

Em 2012, como iniciativa pioneira no país, a SEA iniciou a elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica do Noroeste do Estado do Rio de Janeiro. Foram beneficiados: Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São José de Ubá e Varre-Sai (Noroeste Fluminense) e São Fidelis e Cardoso Moreira (Norte Fluminense).  Foi a primeira iniciativa do país na adoção uma estratégia regional de conservação e recuperação desse bioma.

Como resultado da elaboração desses planos, a região ganhou seis Unidades de Conservação. Somadas as áreas dessas novas unidades serão 19.584 hectares de preservação e conservaçao, com a proteçao de 295 nascentes e cinco espécies de animais ameaçadas de extinção. Para partes devastadas, está previsto o plantio de 24 milhões de mudas.

Para o período de 2015 - 2016, dentro do escopo do ProUC, a Secretaria do Ambiente assumiu o desafio de elaborar o Plano de Áreas Prioritárias para Conservação e Recuperação Municipais. Voltado para a criação de unidades de conservação municipais no Estado do Rio de Janeiro, o plano utilizará critérios técnicos científicos e modelagem espacial objetivando a preservação e a conservação do Bioma Mata Atlântica e de seus ecossistemas associados, de restinga e mangue.

O ProUC está compilando e analisando informações sobre a situação das Unidades de Conservação em 12 municípios da Região dos Lagos: Araruama, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Maricá, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia, Saquarema e Silva Jardim. Como a SEA está elaborando os Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica nesses municípios, essas informações subsidiarão as estratégias de apoio à gestão, regularização, eventuais alterações de limites e até a recategorização.

São 107.375,50 ha de Áreas Protegidas criadas sob a forma de Unidades de Conservação com apoio do ProUC no período de 2009 a 2015.

Para Obter apoio do ProUC

Os interessados devem procurar a Superintendência de Biodiversidade e Florestas (SBF), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA)

Av. Venezuela, 110, 5º andar, Saúde
Rio de Janeiro
CEP 20.081-312.

Tel.: (21) 2334-5908.
E-mails: prouc@ambiente.rj.gov.br ou biodiversidade@ambiente.rj.gov.br

Adaptado de http://www.rj.gov.br/web/sea

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21 maio 2015

Noticia: Estado do Rio tem 30,7% de cobertura original da Mata Atlântica

Arquivo/Agência Brasil
A medição da cobertura remanescente de Mata Atlântica feita pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) passou a contabilizar áreas menores, o que aumentou para 30,7% a área remanescente em relação à cobertura original no estado do Rio de Janeiro. Antes, apenas áreas com mais de 3 hectares eram contadas. Com o acesso a imagens de satélite de melhor resolução, os técnicos passaram a levar em conta áreas a partir de 1 hectare no estado.

Segundo o levantamento divulgado hoje (14), o estado do Rio tem 18,6% de sua área coberta por remanescentes florestais, 1,2% preenchido por restingas e 0,3%, por mangues. Com o aumento da precisão dos dados, foi possível acrescentar a essas áreas cerca de 10% classificados como vegetação natural e 0,6% de formações naturais não florestais, que incluem refúgios naturais, vegetação de várzea, campos de altitude e dunas. O maior detalhamento na medição, na visão da diretora executiva Márcia Hirota, permite um melhor planejamento do manejo florestal.

"É importante para a gente ver como está a situação dessas áreas e como é a interligação delas com outras que estão mais preservadas. É possível ver também as áreas que estão alteradas, mas ainda assim são importantes num contexto regional para a ligação de corredores de mata. Esse olhar, digamos, mais preciso, é justamente para contribuir para esse planejamento da Mata Atlântica."

A área total incluída no mapeamento soma 435.530 hectares, elevando o total da área de Mata Atlântica no estado para 1,3 milhão de hectares. Na capital, o percentual de área preservada é 29,7%, ou cerca de 34 mil hectares.

Quando o levantamento começou, em 1990, considerava apenas áreas com mais de 40 hectares, limite que foi sendo reduzido pelos aprimoramentos técnicos para 25 hectares, 10 hectares, 5 hectares e 3 hectares com o passar dos anos.

De acordo com o estudo, o estado do Rio de Janeiro tem ainda 14,3% de seu território coberto por áreas de floresta maiores que 100 hectares. O município de Paraty é o que tem a maior cobertura de Mata Atlântica, com 88,7% de sua área total. Desses, 10,2% puderam ser detectados graças à precisão de 3 hectares.

No próximo dia 27, Dia Nacional da Mata Atlântica, a fundação vai divulgar os dados de desmatamento e regeneração em relação ao ano anterior. Para Márcia Hirota, mesmo quem vive nas cidades precisa estar atento à preservação das florestas. "A floresta garante a sobrevivência de quem vive na cidade também. É graças à floresta protegida que temos benefícios ambientais como água".

Portal EBC - Agência Brasil - Rio de Janeiro
14 mai. 2015
Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil
Edição: Jorge Wamburg
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-05/medicao-mostra-que-estado-do-rio-so-tem-307-de-mata-atlantica

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Observatório Soberania Ambiental
Nosso Ambiente!