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28 agosto 2018

Campos dos Goytacazes sanciona lei para criação de RPPNs

Preservação com os incentivos financeiros: Pagamento por Serviços Ambientais

Os proprietários rurais do município de Campos dos Goytacazes/RJ começarão o mês de setembro com a chance de transformar suas áreas de mata em unidades da conservação da natureza, e receber incentivos financeiros por isso.

Através da lei nº 8.845, de 7 de agosto de 2018, publicada no diário oficial de 22 último, o Prefeito Rafael Diniz definou os procedimentos para criação e reconhecimento de Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPNs em Campos dos Goytacazes/RJ, umas das categorias de unidade de conservação do grupo das Unidades de Uso Sustentável, segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC (Lei nº 9.985/2000).

A lei municipal reenquadra unidade de conservação para o grupo de proteção integral, com a permissão apenas do uso indireto, no qual não há consumo, coleta, dano ou destruição dos recursos naturais da área preservada (art. 1º - parágrafo único). A norma segue a legislação estadual, como também o fizera, Aperibé (Leis n° 506/2011 e 511/2012), Miracema (Decreto n° 169/2009), Porciúncula (Lei n° 2221/2017) e Varre-Sai (Lei n° 572/2010) na mesorregião Noroeste Fluminense. Será permitida no interior das RPPN’s a instalação de viveiros de mudas de espécies nativas e coleta de sementes, a fim de atender a projetos regionais de recuperação ambiental (art. 3 - §3).

A lei traz duas boas notícias ao proprietário. A primeira é a possibilidade de preservação de sua área de mata nos termos da lei, e para tal o proprietário interessado deve procurar a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Ambiental - SEDAM munidos dos documentos solicitados no artigo 5º da lei. O reconhecimento da área como RPPN será feito mediante publicação de decreto do poder executivo.

A segunda boa notícia são os benefícios fiscais e financeiros advindos da RPPN. Após o reconhecimento da RPPN, o proprietário poderá requerer a Secretaria Municipal de Fazenda, a redução ou isenção do imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU) para a área homologada como unidade de conservação (art. 12º).

Além do incentivo fiscal referente ao IPTU, conforme previsto no art 13 da lei, as RPPNs declaradas no município poderão receber recursos do Fundo Municipal de Defesa Ambiental, conforme resolução específica do COMDEMA, bem como recursos do ICMS verde, sendo necessária, neste último caso, a participação de Associação de Meio Ambiente existente há mais de três anos.

Com a lei Campos dos Goytacazes/RJ entra no circuito dos municípios que beneficiam a sociedade com o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). O PSA remunera aquele que preserva através de incentivos fiscais, repasse de recursos de fundos financeiros mediante processo de valoração ambiental, e compensação de carbono através de cédula, unidade ou selo de carbono mitigado.

A forma de implementação do PSA é variada, sendo as mais comuns a sua adoção como política pública específica; inserção de texto/seção ou incentivos a produtores rurais no código ambiental municipal; legislação de reconhecimento de RPPN e/ou IPTU Verde; e a participação direta em programas estaduais e federais, como ocorrido nos municípios de Italva, Porciúncula e Varre-Sai pelo programa Conexão Mata Atlântica.

À lei cabe regulamentação, e ao Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente a normatização de vários dispositivos apresentados no texto.

Vamos seguindo, e que cada vez mais municípios possam adentrar essa onda de conservação do ambiente.

por Marcelo dos Santos Ferreira

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12 maio 2018

Região ganha mais 1.700 ha de preservação integral

O Monumento Natural Municipal das Águas Minerais de Raposo e da Serra do Brito

Raposo, Itaperuna/RJ - Imagem do portal: http://www.laqua.com.br/

A prefeitura de Itaperuna publicou em 04 de maio decreto (5.866/2018) criando mais uma unidade de conservação (UC) municipal. Trata-se do Monumento Natural Municipal das Águas Minerais de Raposo e da Serra do Brito, com o objetivo da preservação da microbacia hidrográfica (MBH) do Córrego Marambaia/Campinho, apontada no Plano Municipal de Mata Atlântica como área prioritária; área da Serra do Brito e seu entorno, que possuem alguns remanescentes de médio porte; e do aquífero de águas minerais de Raposo.

O decreto em seu art. 7º estabelece exclusivamente o percentual de 50% (cinquenta por cento) do valor do ICMS Ecológico relativo a UC para a gestão e administração do Monumento, com a fiscalização dos recursos de competência do Conselho Gestor do Monumento a ser instituido.

Com esse monumento Natural Itapeuna passa a ter seis UCs, sendo cinco na categoria Proteção Integral e uma para Uso Sustentável, totalizando mais de 10 mil ha de área protegida por lei. O processo iniciou-se em 2014 com a criação de 4 UCs em 2014, somando mais 2 em 2017, e em 2018 com uma.

A mesorregião Noroeste Fluminense agora conta com 51 áreas de preservação, perfazendo mais de 37 mil ha. Os valores somados a mesorregião Norte Fluminense, com 46 UCs e 196 mil ha protegidos, colocam a região da foz do rio Paraíba do Sul com 97 UCs e quase 234 mil ha para preservação ambiental.

Por Marcelo dos Santos Ferreira

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10 abril 2018

Notícia: Governo Federal cria cinco unidades de conservação no bioma Caatinga

Decretos assinado pelo presidente da República institui três Reservas Extrativistas, beneficiando 13 mil famílias, além de um Parque Nacional e uma Área de Proteção Ambiental, ambas no bioma da caatinga.

CNRH: instância deliberativa, por Paulo de Araújo/MMA
O presidente da República, Michel Temer, assinou dia 5 de abril/2018 decretos que criam 5 novas unidades de conservação, que serão geridas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). São três reservas extrativistas no maranhão (Arapiranga Tromaí, Baía do Tubarão, Itapetininga) e duas em áreas de caatinga (Parque Nacional e uma Área de Proteção Ambiental, APA). No mês passado, já foram criadas quatro unidades em áreas marinhas, com mais as de hoje, o ICMBio passa a cuidar de 333 unidades de conservação no país.

"O ano de 2018 já pode ser considerado histórico para o ICMBio com a criação dessas unidades. Somente com as três Resex, vamos beneficiar mais de 13 mil famílias que vivem nesses locais de pesca artesanal, além da preservação de toda a biodiversidade destas áreas",comemora o presidente do ICMBio, Ricardo Soavinski.

Segundo ele, as três Resex, que somam mais de 400 mil hectares, protegem uma grande biodiversidade como peixes, tartarugas, espécies marinhas, aves ameaçadas, aves migratórias, área de ninhais, área de lagos e importantes manguezais.

“Isso mostra a seriedade com que, neste governo, encaramos a proteção do meio ambiente como um vetor de melhoria da qualidade de vida da população. Ao revertermos a curva do desmatamento, fecharmos usinas termoelétricas, zelarmos pela integridade dos nossos biomas e da biodiversidade que abrigam, recompormos a vegetação nativa para a ressurgência hídrica, enfim, em tudo o que fizemos no Ministério do Meio Ambiente, tivemos um propósito socioambiental”, disse o ministro Sarney Filho, que cumpriu dia 5 abril seu último dia no cargo.

As novas unidades de conservação, prosseguiu o ministro, se juntam a outras criadas e ampliadas na sua gestão, como o Refúgio de Vida Silvestre de Alcatrazes, no litoral de São Paulo, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, que teve sua área aumentada em quatro vezes, e os mosaicos dos arquipélagos de São Pedro, em Pernambuco, e São Paulo e o de Trindade e Martim Vaz, no Espírito Santo.

“Criamos e ampliamos unidades de conservação em diferentes biomas. Com isso, a área protegida no País, continental e marinha, cresceu mais de 92 milhões de hectares. Com as UCs marinhas, fizemos o Brasil saltar de apenas 1,5% para 26,3% de nossas áreas marinhas protegidas. Com isso, superamos a meta de Aichi, estabelecida pela Convenção sobre Diversidade Biológica, de proteção de 17% das áreas marinhas e costeiras até 2020”, destacou.
Com os decretos publicados dia 6 de abril no Diário Oficial, o bioma da caatinga é beneficiado, já que é um dos biomas com menor percentual de proteção do país, com apenas 7,7% do território em área protegida. Agora, terá um mosaico (Boqueirão da Onça) de duas unidades de conservação federais: um parque nacional e uma área de proteção ambiental. Ao todo, serão aproximadamente 850 mil hectares protegidos no último remanescente da caatinga brasileira, protegendo uma rica biodiversidade, como a onça-pintada. A área é de fundamental importância para o felino que atualmente se encontra ameaçada de extinção.

Boqueirão da onça

O mosaico se situa nos municípios de Campo Formoso, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho e Umburanas, todas no estado da Bahia. O ambiente retém grande diversidade biológica de fauna e de flora típicos da Caatinga, além de importantes formações cársticas e sítios arqueológicos e palenteológicos. A implementação das unidades vai fortalecer a pesquisa científica e cultural, e também promover atividades de educação ambiental e recreação em contato com a natureza pela população local.

"A criação do Mosaico Boqueirão da Onça reforça a atenção e o interesse do ICMBio na proteção deste bioma tão importante e tão ameaçado que é a caatinga. Nosso compromisso é o de criar e implementar ainda mais o sistema nacional de unidades de conservação para que possamos preservar o patrimônio natural, cultural e social vindos do coração da caatinga", comemora o presidente do ICMBio, Ricardo Soavinski.

É na APA que se encontra a Toca do Boa Vista, a maior caverna brasileira em extensão (97,3 km) e que se interliga com a Toca da Barriguda, formando assim, o maior conjunto de cavernas do Hemisfério Sul. Nas cavernas, se encontram patrimônios históricos e culturais de valor inestimável, datando do período pré-histórico. A área é também de fundamental importância para a onça-pintada (Panthera onca) que atualmente se encontra ameaçada de extinção. Na Caatinga, o felino está criticamente ameaçado de extinção, estado só comparável à Mata Atlântica, onde o animal também está em vias de desaparecer.

"O Boqueirão da Onça guarda provavelmente a maior população de onças-pintadas da Caatinga e a criação desta unidade de conservação é um importante passo para viabilizar a sobrevivência da espécie na região, que encontra-se criticamente ameaçada de extinção. Não existem na Caatinga, exceto o Parque Nacional da Serra da Capivara, outras áreas com populações viáveis de onças-pintadas", analisa o coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP), Ronaldo Morato
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Não é só o maior felino das Américas será beneficiado com a criação da unidade. Outro espécime que também luta contra a extinção, a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), endêmica da Caatinga baiana, também conta com esse ambiente para sobreviver. Outros animais que ocorrem na caatinga baiana são o tatu-bola, porco-do-mato, queixada e tamanduá-bandeira. Embora em situação menos crítica que a onça-pintada e a ararinha-azul-de-lear, essas espécies requerem atenção das autoridades governamentais.

Ganhos para a sociedade

Não somente animais e plantas encontrarão no Boqueirão da Onça um refúgio seguro onde poderão se desenvolver. A sociedade também tem muito a ganhar com a criação das novas unidades. Dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) foram identificadas populações quilombolas e comunidades de fundo de pasto que dependem dos recursos naturais para viver. Com a criação da APA, essas populações terão 505 mil hectares com o devido ordenamento garantindo a produção sustentável e a autonomia dessas populações.

"O Boqueirão da Onça é um lugar muito especial, importante pela sua natureza, com destaque para as onças. O parque, além de preservar a natureza, promoverá o turismo e permitir que a sociedade conheça essas maravilhas", ressalta o diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial, Cláudio Maretti.


O Boqueirão da Onça também vai proporcionar à essas populações geração de renda na área do turismo ecológico. O lugar é repleto de atrações que não ficam restritas apenas à contemplação das exuberantes faunas e floras locais.

Com a criação do Parque e da APA, o Brasil reafirma ainda mais seu compromisso de cumprir metas internacionais assumidas na Convenção da Biodiversidade (CDB/ONU). A meta 11 de Aichi estabelece que 17% da Caatinga teria que ser protegida até 2020. Além dela, a criação das novas UCs também contribui para as metas climáticas do Acordo de Paris e Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Reserva Extrativista Itapetininga

Reivindicada pela comunidade de Bequimão, norte maranhense, com uma área de 16.786 hectares, a Reserva Extrativista Itapetininga beneficiará 1.100 famílias. A criação da unidade protege os recursos naturais necessários à subsistência de populações tradicionais, respeitando e valorizando seu conhecimento, sua cultura e promovendo-as social e economicamente, além de conservar os bens ambientais costeiros prestados pelos manguezais e recursos hídricos associados, contribuir para a recuperação dos recursos biológicos, para a sustentabilidade das atividades pesqueiras e extrativistas de subsistência e de pequena escala.

A área proposta para a criação é classificada como área prioritária para a conservação. É caracterizada pela presença de estuários de altíssimo potencial pesqueiro, campos naturais, berçário de espécies marinhas, área de ninhais, área de lagos, presença de babaçuiais, jaçurais, manguezais, aves ameaçadas, aves migratórias, pesca de grande importância social.

Reserva Extrativista Baía do Tubarão

Localizada nos municípios de Icatú e Humberto de Costa, norte maranhense, a Reserva Extrativista Baia do Tubarão beneficiará 7 mil famílias. A área é de 223.917 hectares, de categoria de uso sustentável. A criação da unidade visa a proteção dos recursos naturais necessários à subsistência de populações tradicionais, respeitando e valorizando seu conhecimento e sua cultura, além de conservar os bens e serviços ambientais costeiros prestados pelos manguezais e recursos hídricos associados. A Resex garantirá a sustentabilidade das atividades pesqueiras e extrativistas de subsistência e de pequena escala, e para o fomento ao ecoturismo de base comunitária.

A Baía do Tubarão está localizada entre a ilha de São Luís e o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. É o limite leste das maiores florestas de manguezais do Brasil, formada por um complexo de baías, rios e estuários, com rica diversidade. É a principal área de peixe-boi-marinho no Maranhão, espécie de atualmente pertencente à categoria em perigo de extinção, como também área de desova e alimentação. Ainda há cinco espécies de tartaruga marinhas ameaçadas de extinção que ocorrem no litoral brasileiro.

Reserva Extrativista Arapiranga Tromaí

Localizada nos mangues do litoral norte maranhense, nos municípios de Carutapera e Luís Domingues, com uma área de 97.088 hectares. A unidade de uso sustentável beneficiará 5 mil famílias. O objetivo é proteger os recursos naturais necessários à subsistência de populações tradicionais que vivem da pesca e do agroextrativismo, além de resguardar o modo de vida tradicional e sustentável no uso dos recursos naturais.

A faixa costeira das reentrâncias maranhenses e paraenses se caracteriza por possuir uma costa sinuosa formada por baías rasas e estuários separados por penínsulas lamosas cobertas por mangue. Essas áreas possuem grande diversidade, sendo consideradas berçário para a maioria das espécies pesqueiras de valor comercial. No local, há grande presença de populações tradicionais, com potencialidade para a pesca e o extrativismo sustentável, artesanato, cultura popular e ecoturismo comunitário e sustentável.

Decretos publicados no DOU de 06/05/2018:

Resex Baía do Tubarão - Decreto nº 9.340, de 5 de abril de 2018
Resex Arapiranga Tromaí - Decreto nº 9.339, de 5 de abril de 2018
Resex Itapetininga - Decreto nº 9.333, de 5 de abril de 2018
Área de Proteção Ambiental (APA) Boqueirão da Onça - Decreto nº 9.337, de 5 de abril de 2018
Parque Nacional Boqueirão da Onça - Decreto nº 9.336, de 5 de abril de 2018

Para maiores informações contate o ICMBio pelo telefone (61) 2028-9280

Brasília, 06/04/2018
Fonte: http://www.mma.gov.br/index.php/comunicacao/agencia-informma?view=blog&id=2935

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05 abril 2018

#Sustentabilidade: 2013 a 2017, o quadriênio das Unidades de Conservação

Marcelo dos Santos Ferreira

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Imagem Removida a pedido do auto

O quadriênio 2013-2017 foi muito promissor para a biodiversidade da mata atlântica no norte e Noroeste Fluminense. Houve um acréscimo considerável de áreas para preservação. Foram cerca de 4.900 ha de novas áreas de unidades de conservação, segundo as diretrizes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC (Lei 9.985/2000).

A reviravolta da recomposição florestal foi dada com a conclusão dos Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica (PMMA) aos treze municípios integrantes do Conselho dos Secretários Municipais de Meio Ambiente do Norte e Noroeste Fluminense (Cosemma) em 2013. Associado aos planos foram criadas com o apoio do governo do estado do Rio de Janeiro (programa ProUC) 7 unidades de conservação em Aperibé, Cambuci, Natividade (2), Porciúncula, Santo Antônio de Pádua e São Fidelis, totalizando quase 20 mil ha de área protegida em 2013.

Conheça os Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atântica do Noroeste Fluminense. - Em construção

O impulso foi bem recebido, em especial pelo Noroeste Fluminense, com a proteção de mais pouco mais de 16.100 ha de território para os anos subsequentes 2014, 2015 e 2017. Nesse processo merecem destaques os municípios de Laje do Muriaé, Carapebus e Itaperuna, que contribuiram com 6.600 ha respectivamente em 2014 e 2017 (2). Ao dois primeiros municípios vale observar que as seis UCs criadas representam as primeiras unidades localizadas integralmente aos território municipal, já que Carapebus possuia apenas parte do Parque Nacional (PARNA) da Restinga de Jurubatiba em seu território.

Somado a isso, segundo dados da internet em fevereiro desse ano a prefeitura de Itaperuna teve aprovado junto a Câmara de Compensação Ambiental do estado (CCA-RJ) o montante de R$ 2.164.000,00 para o "Projeto de fortalecimento das unidades de conservação de Raposo". Investimento semelhante também foi obtido por outros municípios totalizando pouco mais de 4 milhões de reais captados para investimentos em unidades de conservação de gestão municipal.

1) Santo Antônio de Pádua em 2013 com aditivo em 2015, somando por volta de 690 mil reais para fortalecimento do MN Serra das Flecheiras e elaboração de estudos técnicos para a criação de Reserva Extrativista (RESEX) no rio Pomba;
2) Porciúncula em 2014 para ações na APA Ribeirçao da Perdição com o montante de R$ 360.806,00;
3) Natividade em 2013 para o fortalecimento da APA Preguiça de Coleira no valor de R$ 368.446,00; e
4) Miracema com o valor de R$ 497.508,00 para a implantação e fortalecimento da RVS da Ventania em 2011.

Considerando as unidades de gestão municipal, estadual e federal, em todas as categorias definidas no SNUC, a região conta com cerca de 94.290 ha de área de mata atlântica reservada a preservação e conservação, com 10.820 ha de UCs de proteção integral, e 83.470 ha de uso sustentável incluindo 4.206,68 ha de RPPNs.

Unidade de Conservação Área
(ha)
Município Ano de
criação
APA da Carapeba Boa 1.566 Carapebus 2017
MN São Simão 212 Carapebus 2017
PNM da Restinga de Carapebus 1.073 Carapebus 2017
RVS da Fazenda São Lázaro 197 Carapebus 2017
MN da Floresta–José Basílio Moreira de Freitas 1272,16 Itaperuna 2017
RVS Fazenda Monte Alegre 565,84 Itaperuna 2017
APA do Triunfo 2.775,41 Natividade 2015
APA de Raposo 6.170,06 Itaperuna 2014
PNM Jardim Vitória 13,92 Itaperuna 2014
RVS Sagui da Serra Escuro 492,31 Itaperuna 2014
MN do Ribeirão do Campo 1.172,05 Laje do Muriaé 2014
RVS das Orquídeas 577,68 Laje do Muriaé 2014
APA Serra da Bolívia 1.667 Aperibé 2013
RVS do Chauá 4.339,7 Cambuci 2013
MN da Água Santa 1.172,5 Natividade 2013
RVS Bela Vista Paraíso 779,98 Natividade 2013
APA da Ribeirão da Perdição 6.141 Porciúncula 2013
MN Serra das Flecheiras 458,11 Santo Antônio de Pádua 2013
APA Rio do Colégio 5.384 São Fidelis 2013
APA: Área de Preservação Ambiental; PNM: Parque Natural Municipal; RVS: Reserva da Vida Silvestre; MN: Monumento Natural

As informações apresentadas e revisão de conteúdos dos artigos das colunas são de total responsabilidade dos autores colaboradores (Colunistas).

Marcelo dos Santos Ferreira é Engenheiro Agrônomo formado pela UENF em 2002. Extensionista Rural com experiência junto a agricultura familiar, em especial com as praticas agroecológicas. Gestor Ambiental, com experiência nos temas Recursos Hídricos e Pagamento por Serviços Ambientais. Fundador e Coordenador do Observatório Soberania Ambiental.
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13 março 2016

Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais - ProUC - RJ

Inicio > Experiências de Sucesso > Programa de Apoio as Unidades de Conservacao Municipais - ProUC-RJ
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Monumento Natural Serra das Flecheiras
em Santo Antônio de Pádua
por Deyvisson Bastos Silva

O Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais (ProUC). da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro orienta cidades a implantar áreas de preservação de remanescentes de Mata Atlântica em várias regiões do Estado do Rio de Janeiro

A Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos do país, foi durante anos duramente devastado e hoje encontra-se muito fragmentado. No Estado do Rio de Janeiro, os maiores e mais expressivos remanescentes desse rico bioma se encontram protegidos em Unidades de Conservação (UCs) federais e estaduais. 

Os fragmentos de médio e pequeno pote são extremamente importantes para a conservação dos processos ecológicos, manutenção dos recursos hídricos e a funcionalidade da paisagem em todo território municipal. Além disso, esses fragmentos ainda abrigam exemplares da fauna e flora endêmica e/ou ameaçada de extinção. Para este a criação de UCs municipais é estratégica fundamental de conservação de sua biodiversidade, em especial pela oportunidades da formação de corredores de biodiversidade no estado do Rio de Janeiro.

Considerando as dificuldade encontradas pelos municípios, visando apoiar a gestão ambiental municipal e orientar estrategicamente a proteção da biodiversidade, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), instituiu, por meio da resolução nº 130 de 28 de outubro de 2009, o Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais (ProUC). Conduzido pela Superintendência de Biodiversidade e Florestas (SBF), o ProUC tem o objetivo de incrementar o tamanho e a qualidade das áreas destinadas à conservação da biodiversidade no Estado do Rio de Janeiro, por meio do desenvolvimento e aplicação de mecanismos de apoio à criação (estudos técnicos, delimitação, consulta e audiência pública), e gestão (elaboração e implantação do plano de manejo e criação do Conselho gestor) de unidades de conservação municipais.

Em geral os municípios menores possuem deficiências como a falta de equipe técnica, ou falta de experiência ou orientação para criação de UCs e ausência de recursos para a realização de estudos técnicos precedentes à criação de UCs, o ProUC vem a suprir essas deficiências.

Apoio aos municípios

Atualmente o ProUC tem apoiado 34 municípios, nas mais diversas atividades. 
1) Categorização da unidade;
2) Orientação nos passo da criação da UC;
3) Apoio a gestão;
4) Definição de limites;
5) Auxílio na elaboração dos estudos técnicos;
6) Adequação de informações para inserção de UCs no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação;
7) Apoio na implementação;
8) Apoio na elaboração do Plano de Manejo
9) Orientação na formação do Conselho Gestor da unidade, dentre outras ações.

Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica

A partir de 2013, além de atender às demandas espontâneas, o ProUC incluiu em seu Plano de Ação, também como prioridade, a realização dos Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica, contribuindo para a identificação de áreas frágeis e ricas em biodiversidade e que devem ser transformadas em unidades de conservação municipais.

Em 2012, como iniciativa pioneira no país, a SEA iniciou a elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica do Noroeste do Estado do Rio de Janeiro. Foram beneficiados: Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São José de Ubá e Varre-Sai (Noroeste Fluminense) e São Fidelis e Cardoso Moreira (Norte Fluminense).  Foi a primeira iniciativa do país na adoção uma estratégia regional de conservação e recuperação desse bioma.

Como resultado da elaboração desses planos, a região ganhou seis Unidades de Conservação. Somadas as áreas dessas novas unidades serão 19.584 hectares de preservação e conservaçao, com a proteçao de 295 nascentes e cinco espécies de animais ameaçadas de extinção. Para partes devastadas, está previsto o plantio de 24 milhões de mudas.

Para o período de 2015 - 2016, dentro do escopo do ProUC, a Secretaria do Ambiente assumiu o desafio de elaborar o Plano de Áreas Prioritárias para Conservação e Recuperação Municipais. Voltado para a criação de unidades de conservação municipais no Estado do Rio de Janeiro, o plano utilizará critérios técnicos científicos e modelagem espacial objetivando a preservação e a conservação do Bioma Mata Atlântica e de seus ecossistemas associados, de restinga e mangue.

O ProUC está compilando e analisando informações sobre a situação das Unidades de Conservação em 12 municípios da Região dos Lagos: Araruama, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Maricá, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia, Saquarema e Silva Jardim. Como a SEA está elaborando os Planos Municipais de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica nesses municípios, essas informações subsidiarão as estratégias de apoio à gestão, regularização, eventuais alterações de limites e até a recategorização.

São 107.375,50 ha de Áreas Protegidas criadas sob a forma de Unidades de Conservação com apoio do ProUC no período de 2009 a 2015.

Para Obter apoio do ProUC

Os interessados devem procurar a Superintendência de Biodiversidade e Florestas (SBF), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA)

Av. Venezuela, 110, 5º andar, Saúde
Rio de Janeiro
CEP 20.081-312.

Tel.: (21) 2334-5908.
E-mails: prouc@ambiente.rj.gov.br ou biodiversidade@ambiente.rj.gov.br

Adaptado de http://www.rj.gov.br/web/sea

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05 maio 2015

Notícia: Reunião discute criação unidades de conservação - São João da Barra/RJ (2015)



A implantação de unidades de conservação no município de São João da Barra foi tema de uma reunião, na tarde desta sexta-feira, 30, entre representantes da secretaria de estado do Ambiente e integrantes do conselho e da secretaria de Meio Ambiente. Áreas potencialmente viáveis para esse fim receberam, no mesmo dia, visita técnica, entre elas Lagoa Salgada, Lagoa de Iquipari e propriedades no bairro da Cehab, em Atafona, e às margens da BR-356.

De acordo com Renata Lopes, representante da secretaria de Estado do Ambiente, as áreas visitadas são propícias para conservação, sendo que, em casos de propriedades particulares, existe a necessidade de autorização do proprietário ou um processo de desapropriação dependendo do interesse deste. A próxima etapa, segundo ela, será as indicações das categorias de unidades de conservação.

– Um estudo técnico irá validar ou não a área. O passo seguinte será convocar uma consulta pública, onde a população poderá se manifestar e, quinze dias depois, poderá ser assinado o decreto de consolidação da unidade de conservação – explicou, lembrando a importância da inclusão do município nos Cadastros Estadual e Nacional de Unidades de Conservação para ter acesso ao ICMS Verde.

Organizar um plano de manejo e um conselho gestor são algumas das atribuições do município em relação às unidades de conservação. A próxima reunião ficou acertada para a primeira quinta-feira do mês de maio. Também participaram da reunião o subsecretário de Meio ambiente de São João da Barra, Jorge Assumpção, o vice-presidente do Conselho Municipal do Meio ambiente, Alcides da Silva ramos.

Portal da prefeitura de São João da Barra/RJ
04/05/2015
http://www.sjb.rj.gov.br/noticia-3839/reuniao-discute-criacao-unidades-de-conservacao-

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Observatório Soberania Ambiental
Nosso Ambiente!

23 abril 2015

Unidades de Conservação - Legislação - São João da Barra/RJ

Inicio > Mata Atlântica > Unidades de Conservação > Legislação - UCs > Legislação - UCs de São João da Barra/RJ
Temas correlacionados: Legislação Ambiental
Apresentamos as unidades de conservação de São João da Barra/RJ. Nessa seção fazemos referência a legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.

ESTADUAL

RPPN Fazenda Caruara

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN Fazenda Caruara, situada no município de São João da Barra - Rio de Janeiro.

Se acaso houverem UCs não apresentadas, ou alguma legislação, seja recente, complementar, ou revogação das mesmas, pedimos tua contribuição. Pedimos enviar a materia legislativa, ou nos informar o link de acesso. Toda a informação de nosso ambiente é muito bem vinda.

Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial Municipal, ou publicação oficial equivalente.

Em caso de incorreções de texto, informe-nos. Sua participação é essencial ao nosso projeto.

Sejamos soberanos no conhecimento de nosso ambiente!
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22 abril 2015

Unidades de Conservação - Legislação - Varre Sai/RJ

Inicio > Mata Atlântica > Unidades de Conservação > Legislação - UCs > Legislação - UCs de Varre-Sai/RJ
Temas correlacionados: Legislação Ambiental

Apresentamos as unidades de conservação de Varre Sai/RJ. Nessa seção fazemos referência a 

legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.

ESTADUAL

RPPN Sítio Palmeiras

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “SÍTIO PALMEIRAS situada no município de Varre Sai - Rio de Janeiro.

RPPN Dr. Carlos de Oliveira Ramos

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “DR. CARLOS DE OLIVEIRA RAMOS”, situada no município de Varre Sai - Rio de Janeiro.

RPPN Boa Vista

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “BOA VISTA”, situada no município de Varre Sai - Rio de Janeiro.

RPPN Frilson Matheus Vieira

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “FRILSON MATHEUS VIEIRA”, situada no município de Varre Sai - Rio de Janeiro.

RPPN Ribeira e Soledade

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “RIBEIRA E SOLEDADE”, situada no município de Varre Sai – Rio de Janeiro.

RPPN Xodó

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “XODÓ”, 
situada no município de Varre Sai – Rio de Janeiro.

RPPN das Orquídeas

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “DAS 
ORQUÍDEAS”, situada no município de Varre Sai – Rio de Janeiro.

RPPN Douglas Vieira Soares

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “DOUGLAS VIEIRA SOARES”, situada no município de Varre Sai – Rio de Janeiro.

Se acaso houverem UCs não apresentadas, ou alguma legislação, seja recente, complementar, ou revogação das mesmas, pedimos tua contribuição. Pedimos enviar a materia legislativa, ou nos informar o link de acesso. Toda a informação de nosso ambiente é muito bem vinda.

Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial Municipal, ou publicação oficial equivalente.

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Unidades de Conservação - Legislação - Trajano de Moraes/RJ

Inicio > Mata Atlântica > Unidades de Conservação > Legislação - UCs > Legislação - UCs de Trajano de Moraes/RJ
Temas correlacionados: Legislação Ambiental

Apresentamos as unidades de conservação de Trajano de Moraes/RJ. Nessa seção fazemos referência a legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.

ESTADUAL

RPPN Águas Claras II

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “ÁGUAS CLARAS II”, situada no município de Trajano de Moraes - Rio de Janeiro.


FEDERAL

RPPN Santa Dulce de Cima

Cria a RPPN Santa Dulce de Cima em Trajano de Moraes-RJ

RPPN Cabeceira do Cafofo

Cria a RPPN Cabeceira do Cafofo em Trajano de Moraes-RJ

RPPN Reserva Corrego Vermelho

Cria a RPPN Reserva Corrego Vermelho em Trajano de Moraes-RJ

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Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial Municipal, ou publicação oficial equivalente.

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21 abril 2015

Unidades de Conservação - Legislação - São Fidélis/RJ

Inicio > Mata Atlântica > Unidades de Conservação > Legislação - UCs > Legislação - UCs de São Fidélis/RJ
Temas correlacionados: Legislação Ambiental

Apresentamos as unidades de conservação de São Fidélis/RJ. Nessa seção fazemos referência a legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.

ESTADUAL

RPPN Itacolomy

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “ITACOLOMY”, situada no município de São Fidélis - Rio de Janeiro.


Se acaso houverem UCs não apresentadas, ou alguma legislação, seja recente, complementar, ou revogação das mesmas, pedimos tua contribuição. Pedimos enviar a materia legislativa, ou nos informar o link de acesso. Toda a informação de nosso ambiente é muito bem vinda.

Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial Municipal, ou publicação oficial equivalente.

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Unidades de Conservação - Legislação - Santa Maria Madalena/RJ

Inicio > Mata Atlântica > Unidades de Conservação > Legislação - UCs > Legislação - UCs de Santa Maria Madalena/RJ
Temas correlacionados: Legislação Ambiental

Apresentamos as unidades de conservação de Santa Maria Madalena/RJ. Nessa seção fazemos referência a legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.

ESTADUAL

RPPN Fazenda Minas Gerais


Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, A RPPN FAZENDA MINAS GERAIS, situada no município de Santa Maria Madalena - Rio de Janeiro.

RPPN Refúgio do Búgio

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN REFÚGIO DO BUGIO, situada no município de Santa Maria Madalena - Rio de Janeiro.

RPPN Verbicaro

Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, a RPPN “VERBICARO”, situada no município de Santa Maria Madalena - Rio de Janeiro.


Se acaso houverem UCs não apresentadas, ou alguma legislação, seja recente, complementar, ou revogação das mesmas, pedimos tua contribuição. Pedimos enviar a materia legislativa, ou nos informar o link de acesso. Toda a informação de nosso ambiente é muito bem vinda.

Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial Municipal, ou publicação oficial equivalente.

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17 abril 2015

Parque Estadual do Desengano completa 45 anos em 2015


O Parque Estadual do Desengano (PED) completou 45 anos nesta segunda-feira, 13 de abril. O parque é a mais antiga Unidade de Conservação estadual do Rio de Janeiro, e o último remanescente florestal contínuo de expressiva extensão no Norte Fluminense. A data foi comemorada com solenidade em Santa Maria Madalena, com um grande bolo. A gerente de Unidades de Conservação de Proteção Integral do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Patrícia Figueiredo, lembrou todas as ações que vêm sendo realizadas no parque visam sua preservação ambiental e com intuito de também dotá-lo de condições para o ecoturismo. Ela lembrou os exuberantes atrativos do parque, que se constitui no último remanescente contínuo da Mata Atlântica, está localizado em sua maior área em Campos dos Goytacazes/RJ.

Também participaram do evento, o chefe do Parque, Andrei Veiga; secretários municipais de Meio Ambiente de Santa Maria, Campos e São Fidélis, além de demais autoridades nas áreas de educação e turismo da região, guarda parques e da comunidade de Santa Maria. O secretário de Meio Ambiente, Zacarias Albuquerque, e a diretora de Turismo, Ana Néri Alvarenga, representaram Campos. O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Wainer Teixeira, enviou moção de aplauso parabenizando pelo aniversário do PED.

COMEMORAÇÕES

As comemorações pelo aniversário do Parque Estadual do Desengano acontecem desde sexta-feira (10). A programação inclui passeio ciclístico e a Cavalgada Caminhos do Desengano, da qual participaram 45 cavaleiros e convidados. Eles que saíram do Parque de Exposições de Santa Maria, passando pelo centro e indo até Terras Frias, na Zona de Amortecimento do Parque.

O passeio ciclístico ocorrerá neste domingo (19), com o apoio da Prefeitura de Campos, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo. O evento está sendo organizado pela direção do Espaço de Eventos Mata Maga, localizado em Conceição do Imbé. Ao todo serão 45 quilômetros de percurso, desde a Pracinha do Canhão até o Espaço de Eventos Mata Maga, que fica na região de entorno do PED.

Em São Fidelis a programação também é intensa, com a Exposição de fotos do Parque Estadual do Desengano aberta dia 13 na biblioteca Corina Peixoto no Centro de São Fidélis.

Terça-feira (14) houve o lançamento do Livro ”O Peixinho Chico e o Girino Jiló” da Autora Eleonora Sardinha Aguiar, com ilustrações de Alicio Gomes. Quem fez a abertura foi o Secretário de Cultura Ronaldo Barcelos. 

Nos dias 15 e 16 aconteceram palestras falando sobre o Parque, no Cine Teatro Jayme Coelho para alunos da rede Publica. Dentre outras atividades.

O PARQUE

O Parque Estadual do Desengano (PED) está localizado a noroeste de Campos, na região do Imbé. São 22.400 hectares de Mata Atlântica, 

O parque do Desengano abrange os municípios de São Fidélis, Santa Maria Madalena e Campos dos Goytacazes e foi fundado em 1970, com 22.400 hectares de mata atlântica. Abrange os municípios de São Fidélis, Santa Maria Madalena e Campos dos Goytacazes. Ele assegura a preservação dos ecossistemas e sua integração com a diversidade sociocultural da região; preserva espécies raras, da fauna e da flora; promove o desenvolvimento de iniciativas que conciliem a visibilidade econômica e com utilização racional dos recursos naturais; estimula atividades de recreação, educação ambiental e pesquisa científica. No que se refere a visitações, estão sendo estruturados os atrativos, visando a promoção do lazer para os moradores locais e turistas a aproximação da sociedade com a natureza e o incentivo ao desenvolvimento do turismo na região. 

Como destaques na paisagem o PED possui: o Pico do Desengano, com altitude de 1.761 metros; o Pico São Mateus, com 1.576 metros; e a Pedra Agulha, com 1.080 metros. 

O parque tem grande importância hídrica, com numerosos cursos d’água e nascentes. O PED também possui exuberância de cenários naturais e cachoeiras, como Bonita, Maracanã e Tombo D’Água, além dos rios do Colégio, Aleluia e Mocotó. Mais de 400 espécies de aves são encontradas no Parque do Desengano, muitas em extinção, como jacutinga, macuco, gavião-pomba, gavião-pato, e que só sobrevivem porque estão em área protegida, da mesma forma que animais, como a preguiça-de-coleira, a onça-parda, o quati, a paca, e o macaco prego. 

Santa Maria Madadena/RJ

São Fidelis/RJ


Matéria elaborada pela compilação de informações das Prefeituras de Campos dos Goytacazes e São Fidelis.

Portal da Prefeitura de Campos dos Goytacazes/RJ
http://campos.rj.gov.br/exibirNoticia.php?id_noticia=30626
http://campos.rj.gov.br/exibirNoticia.php?id_noticia=30602

Portal da Prefeitura de São Fidélis/RJ
http://saofidelis.rj.gov.br/site/aniversario-45-anos-parque-estadual-do-desengano

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Observatório Soberania Ambiental
Nosso Ambiente!

12 abril 2015

Unidades de Conservação - Legislação - Santo Antônio de Pádua/RJ

Inicio > Mata Atlântica > Unidades de Conservação > Legislação - UCs > Legislação - UCs de Santo Antônio de Pádua/RJ
Temas correlacionados: Legislação Ambiental

Apresentamos as unidades de conservação de Santo Antônio de Pádua/RJ. Nessa seção fazemos referência a legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.

MUNICIPAL

Monumento Natural (MN) Municipal da Serra de Frecheiras

Decreto Municipal n° 119, de 30 de setembro de 2013
Cria o Monumento Natural Municipal da Serra de Frecheiras, pertencente ao município de Santo Antônio de Pádua e dá outras providências.

ESTADUAL

RPPN Boa Vista e Pharol

Portaria INEA/RJ/PRES, nº 082 de 01 de dezembro de 2009
Reconhece como reserva particular do patrimônio natural, em caráter definitivo, A RPPN “BOA VISTA E PHAROL”, situada no município de Santo Antônio de Pádua - Rio de Janeiro.


Se acaso houverem UCs não apresentadas, ou alguma legislação, seja recente, complementar, ou revogação das mesmas, pedimos tua contribuição. Pedimos enviar a materia legislativa, ou nos informar o link de acesso. Toda a informação de nosso ambiente é muito bem vinda.

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Unidades de Conservação - Legislação - Aperibé/RJ

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Temas correlacionados: Legislação Ambiental

Apresentamos as unidades de conservação de Aperibé/RJ. Nessa seção fazemos referência a legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.


Legislação/Unidade de Conservação Ementa

Municipal
Reserva de Vida Silvestre (RVS) Luiz Carlos Boechat Bragança
Decreto nº 510 de 26 de março de 2013
D.O. de 28/03/2013
Dispõe sobre a criação do REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE LUIZ CARLOS BOECHAT BRAGANÇA, e dá outras providências.
Área de Proteção Ambiental (APA) Serra da Bolívia
Decreto nº 524, de 30 de julho de 2013
D.O. de 02/08/2013
Cria a APA MUNICIPAL DA SERRA DA BOLÍVIA e dá outras providências.


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Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial dos Municipal, ou publicação oficial equivalente. A partir de 2009 o município adotou o Diário Oficial dos Municípios do Rio de Janeiro como local de publicação de seus atos oficiais.

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Unidades de Conservação - Legislação - Natividade/RJ

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Temas correlacionados: Legislação Ambiental

Apresentamos as unidades de conservação de Natividade/RJ. Nessa seção fazemos referência a legislação ambiental associada. Disponibilizados as leis, decretos, portarias, resoluções, etc.

MUNICIPAL

Monumento Natural (MN) Municipal Agua Santa

Cria o MONUMENTO NATURAL DA ÁGUA SANTA do município de Natividade e dá outras providências.

Reserva de Vida Silvestre (RVS) Municipal Bela Vista-Paraiso

Cria o REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE BELAVISTA-PARAÍSO do município de Natividade e dá outras providências.

Área de Proteção Ambiental (APA) Municipal  Preguiça de Coleira

(Alterada pela Lei Municipal n°621, de 15 de março de 2013)
Cria a AREA DE PROTEÇAO AMBIENTAL MICROBACIA HIDROGRAFICA RIBEIRÃO CAPANEMA-MARAMBAIA, denominada "APA" do município de Natividade e dá outras providências.

RPPN Reserva Florestal Eng. João Furtado de Mendonça 

Portaria ICMBio 009, de 01 de fevereiro de 2008 
Cria a  RPPN Reserva Florestal Eng. João Furtado de Mendonça
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Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial Municipal, ou publicação oficial equivalente.

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Observatório Soberania Ambiental
Nosso Ambiente!
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Unidades de Conservação - Legislação - Itaperuna/RJ

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Temas correlacionados: Legislação Ambiental

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Parque Natural Municipal (PMN) Jardim Vitória ( PNM Itaperuna)

Cria o PARQUE NATURAL MUNICIPAL, no Município de Itaperuna, e dá outras providências.
Publicado no D.O. Itaperuna/RJ, de 21/03/2014 p.7-9

Denomina PARQUE JARDIM VITÓRIA, o Parque Natural Municipal de Itaperuna.
Publicado no D.O. Itaperuna/RJ, de 04/07/2014 p.3

Reserva de Vida Silvestre (RVS) Municipal Sagui da Serra Escuro

Cria o “refúgio de vida silvestre do Sagui da Serra Escuro” do município de Itaperuna/RJ e dá outras providências.
Publicado no D.O. Itaperuna/RJ, de 10/02/2014 p.2

Área de Proteção Ambiental (APA) Municipal Raposo

Cria a Área de Proteção Ambiental – APA Raposo, no Município de Itaperuna-RJ e dá outras providências.
Publicado no D.O. Itaperuna/RJ de 10/02/2014 p. 3-7


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Os textos são edições das leis originais. Para acesso ao texto original procure a prefeitura e/ou câmara municipal. Nossa edição especial não substitui a edição oficial publicada no Diário Oficial Municipal, ou publicação oficial equivalente.

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